Cabeça de alho chocho

Conhecem a expressão?

Pois é, sou eu hoje de manhã! Percebemos que estamos pouco recomendáveis quando tiramos um cappuccino e em vez de pôr açúcar… pomos sal! 😳

Se isto acontece com noites tranquilas, a Benedita continua na média das 10h seguidas… esta noite dormiu das 9h30 às 8h… nem quero imaginar quando esta fase passar e ela começar a acordar de noite!

Vou ter de tomar umas vitaminas! Alguma sugestão mamãs?

*AMG*

Anseios

Desde sempre que sofro com ansiedade mas com o tempo aprendi a atirar para trás das costas pensamentos que me angustiem e vivo muito melhor assim. Faço desporto, mantenho-me ocupada e faço o exercício de pensar que não adianta sofrer por antecipação, nem desgastar-me com pensamentos que só me apoquentam e fazem sofrer.

Contudo, desde que sou mãe, sinto que estes episódios de ansiedade aumentaram. Aliás, começou na gravidez (acho que não há grávida que não passe por isso em algum momento – com direito a palpitações e tudo) e desde que a Benedita nasceu, já não acontece com tanta frequência como na gravidez mas há um pensamento que teima em chatear-me de vez em quando e que merece dissertação. Por mais estúpido que seja, e é, eu sei, de vez em quando lá me vem a cabeça.

Ele é o medo de morrer.

Ok, vocês estão a pensar, enlouqueceu de vez, todos vamos morrer um dia, de que adianta pensar nisso? E é verdade! Eu mesma faço esse exercício e a sério que consigo racionalizar e pensar que ainda que isso aconteça vai correr tudo bem, mas são incriveis as partidas que o nosso subconsciente nos prega. Ao ponto de sonhar com isso, de no sonho estar morta e pensar que tive uma vida curta, que ainda tinha tanto para viver!

Ontem, o pensamento voltou e estava com tamanho nó na garganta que tive de o partilhar com o meu marido. Foi o melhor que fiz porque ele fez-me realizar que é um pensamento natural de quem agora já não é apenas responsável por si mesmo, e sente o coração bater fora do corpo.

Fomos conversando, eu fui-me sentindo melhor e ele continuou dizendo que por isso é que é fundamental a realização pessoal, a importância de vivermos o momento e de vivermos plenamente. De fazermos o que gostamos A G O R A. De fazermos MAIS O QUE NOS DÁ PRAZER. De não deixar para amanhã, de não protelar, de não inventar desculpas para não fazermos algo que sabemos que queremos mas que acabamos por adiar porque temos tempo. Todos sabemos disto, que a vida é curta e todos esses clichés, mas quantos de nós estamos realmente conscientes disto?

A conclusão que tiro deste pensamento chato que teima em não me deixar é precisamente porque eu estou mais consciente. Estou mais disperta para a vida, para o que me rodeia, para o que faço com o meu tempo, com quem o gasto e a fazer o quê.

Isto que estou a fazer agora e tenho feito bastante ultimamente, que é escrever, faço-o por prazer. Não por altruísmo, para ajudar outras mães e bablabla, é mentira. Faço-o por puro egoísmo. Faço-o porque me dá prazer produzir conteúdos através da escrita. Sinto que estou a comunicar, a libertar-me de alguma informação que não sei bem porquê sinto necessidade de partilhar. Podia pegar no telefone e ligar com alguém, mas isso não me alegra como escrever.

Escrever apazigua-me e faço a analogia do desporto, porque tal como treinar, escrever cansa-me muito mas mesmo cansada, no fim, sinto-me melhor comigo mesma e sinto-me com mais energia ainda. Tal como fazer exercício, custa-me começar mas depois não me apetece parar. Provavelmente, a escrever, também produzo dopamina, a mesma hormona do prazer que se produz quando corremos ou fazemos exercício.

Aí  reside o busílis da questão: eu que não escrevia porque não tinha um motivo para escrever, hoje, não preciso de razão alguma para o fazer. Se o que escrevo ajudar alguém, fico muito feliz e dar-me-á uma motivação extra para continuar mas na verdade, não preciso de mais motivação nenhuma além da que já encontrei: a minha felicidade e o meu bem estar.

Quanto a anseios, enquanto consiga tirar algo positivo disso, são mais que bem-vindos!

*AMG*

Bem-vindo 2018

Dia 1! Já sinto o aroma de novidade no ar!

Adoro o dia 1 de Janeiro! Um dia para repousar, fazer as últimas asneiras alimentares: por norma acordaríamos tarde e iríamos buscar um Big Mac ou um Double cheese burger para o lanche, depois ficaríamos por casa a ver uns filmes e sairíamos apenas para dar uma corrida! Isto quando as noites da passagem de ano eram duras!

Ao contrário da despedida de 2017 que foi tranquila mas óptima, jantamos em família e em paz, à meia-noite brindaram com Moët Chandon para abençoar o ano novo (eu, infelizmente, brindei com gingerale) e a Benedita brindou-nos a todos com um valente 💩. Dizem que merda é dinheiro? Pois bem, a nossa filha não quer que nos falte nada!

Trocou de roupa 3 vezes, um conjunto não lhe chega, tão pequenina e já com ares de diva! Acabou de pijama rosa choque e o acessório preferido dela, pelo menos para adormecer: fraldinha na cabeça! 🙂

E a vossa passagem de ano como correu?

Feliz 2018 para todos(as)!

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*AMG*

31

Parabéns para mim! Os 30 já lá vão e foram muito importantes afinal engravidei e fui mãe aos 30! Este ano com este embrulhinho chamado Benedita vai ser um autêntico 31! 😂

Estive a fazer uma breve pesquisa sobre as crianças do meu signo e é tudo muito simpático: são crianças bem dispostas, sorridentes e brincalhonas, que procuram divertir os que as rodeiam. São muito confiantes mas muito generosas com os outros. Por isso têm muitos amigos mas gostam sobretudo de ter liberdade e fazer o que lhes apetece!

No meu caso bate tudo certo excepto a parte da confiança, em miúda era muito insegura, com o passar do tempo fui ficando mais madura e fez-me muito bem, trouxe-me uma auto-confiança que ainda não é inabalável mas para lá caminho! Quem sabe lá para os 32! 😀

Quem tem filhotes deste signo? Confirmam esta descrição?

*AMG*